Após a recomendação do Ministério da Saúde (MS) sobre o uso de máscaras pela população em geral, estilistas e empreendedores em Pernambuco encontraram, na produção desses itens, uma forma de continuar a faturar mesmo com o decreto de fechamento do comércio em vigor no estado. Confeccionadas de acordo com as recomendações do MS, as máscaras têm preços que variam de R$ 8 a R$ 15, com modelos para crianças e adultos.

Acompanhando as notícias sobre a pandemia, a estilista pernambucana Amanda Brindeiro percebeu que o aval do Ministério da Saúde era, também, uma oportunidade de renda em meio à pausa na produção de roupas. A confecção teve início na quarta (1º).

“Eu já trabalho como voluntária num espaço para mulheres em Brasília Teimosa [comunidade da Zona Sul do Recife] e surgiu daí a inspiração para vender. Já que eu não consigo vender o que produzo, que são roupas, comecei a fazer as máscaras”, afirmou.

Para dar conta das encomendas, a estilista começou a trabalhar junto com o marido, Leonardo Freire. A divulgação, pelas redes sociais, surtiu efeito praticamente instantâneo. “Muitas encomendas estão surgindo. As mensagens não param”, disse a estilista, que, além de confeccionar, também é responsável pela entrega das encomendas. Segundo Amanda, as máscaras são confeccionadas com tecidos de algodão.